Nem mesmo a presença de três dos atacantes mais prestigiados desta Copa América — Suárez, Cavani e Guerrero — impediu que Uruguai e Peru passassem em branco durante o tempo normal, neste sábado, em Salvador. Por isso, pela terceira vez nestas quartas de final, a decisão aconteceu nos pênaltis. Melhor para o Peru (5 a 4), que vai enfrentar o Chile, na quarta-feira, na Arena do Grêmio.
Os peruanos sequer passaram perto de balançar a rede no tempo normal. Os uruguaios conseguiram três vezes, mas em todas elas o árbitro de vídeo ajudou a apontar os impedimentos de Arrascaeta, no primeiro tempo, e de Suárez e Cavani, já na etapa final.
A dificuldade para furar os bloqueios do adversário foram reflexo de uma partida muito disputada, mas de péssimo nível técnico. Foram 70 passes errados na Fonte Nova. Numa tarde de atuações tão decepcionantes, surpreendeu positivamente o desempenho de Arrascaeta. O meia rubro-negro, que começou a Copa América em busca de espaço no time, foi o principal homem de frente uruguaio.
Não houve quem fizesse função semelhante — a de pensar o jogo — do outro lado. Conforme o cronômetro ia correndo, os peruanos pareciam mais satisfeito com a igualdade no placar, e aí se livravam da bola com facilidade, apostando em ligações diretas para Guerrero, que nada conseguiu fazer.
A maré virou na disputa de pênaltis. Primeiro a cobrar, Suárez parou no goleiro Gallese. Dali para frente, ninguém mais desperdiçou. E, assim, o Peru confirmou-se como o próximo candidato a impedir o tricampeonato chileno.
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Redação iBahia
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