A influenciadora Raquel Brito entrou na mira do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA). Com a repercussão da denúncia, a ex-A Fazenda decidiu quebrar o silêncio e responder às notícias que circularam.
Nos stories, a baiana repostou uma matéria do Portal Leo Dias, com a manchete "Raquel Brito é intimada a depor em delegacia sobre possível crime de estelionato". Na legenda ela escreveu que era mentira. "Fake news! Mídia suja demais! Nunca pratiquei estilinato(estelionato), não seria agora que me meteria nisso!", comenta.
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Apesar da influenciadora negar a acusação, o órgão público instaurou um procedimento para apurar a denúncia de suposta participação da ex-A Fazenda na divulgação de uma plataforma que prometia altos ganhos aos seguidores nas redes sociais. A informação foi confirmada ao iBahia nesta quarta-feira (15).
Raquel Brito entra na mira do MP e será intimada após suposto golpe
Raquel é alvo de um procedimento preparatório, que antecede a possível denúncia do crime, no setor de Justiça do Consumidor. "Informamos que ontem, dia 14, o MP-BA requisitou à autoridade policial da Delegacia do Consumidor a instauração de procedimento investigatório policial. O MPBA também requereu a intimação de Raquel Brito de forma presencial para que preste esclarecimentos sobre o caso", diz a nota do MP enviada ao portal.
A influenciadora divulgou nas redes sociais uma ferramenta chamada Robozão de Vendas que “prometia ao consumidor o ganho de alta quantias por mês”. Segundo a promotoria, os meios prometidos pela ferramenta eram “inviáveis, induzindo as pessoas a erro”.
O procedimento preparatório do MP é uma fase preliminar de investigação que antecede a instauração de uma ação judicial. Ele tem como objetivo a coleta de informações iniciais sobre possíveis infrações, a fim de verificar a viabilidade de ajuizar uma ação ou tomar outras providências.
Esse procedimento é utilizado pelo MP para apurar indícios de ilícitos, seja de natureza penal, cível ou administrativa, antes de decidir se vai ou não ingressar com uma ação judicial. Durante essa fase, o Ministério Público pode realizar investigações, ouvir pessoas, requisitar documentos ou informações, além de solicitar diligências para esclarecer os fatos.
Assista ao 'De Hoje a Oito', podcast de entretenimento do iBahia:
Isadora Gomes
Isadora Gomes
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